Genética e heriditariedade dos cães
cachorroidealoficial
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
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A criação de cães para exposições e concursos dependerá dos mecanismos fundamentais da hereditariedade. Os seres vivos são compostos por células e, dentro de cada uma delas, existe um núcleo. Entre outros elementos contidos no núcleo das células, existem estruturas denominadas cromossomos. Estas se assemelham a crodões microscópicos de numerosos projeções arredondas, como se fossem um rosário.
Tais projeções são denominadas genes. Cada gene na cadeia cromossômica carrega consigo detalhes do modelo, do tamanho e da função de uma parte em particular do corpo, gravado em uma química maravilhosa denominada DNA. Características físicas como cor dos olhos, formato das orelhas e tamanho da pelagem serão determinados pelos genes.
Os genes são organizados em uma certa ordem na extensão dos cromossomos que, em conjunto, compõe o genoma da formação individual de uma criatura. Os cromossomos são alinhados em pares no núcleo. Cada núcleo da célula contém um mesmo par de genomas cromossômicos para que, seja uma célula do fígado, do dente ou da almofada da pata, tenha dentro de sí o plano completo de todo corpo. Os cães domésticos carregam 78 cromossomos, alinhados em pares de 39. O gato possui 19 pares e nós, humanos, 23.
Quando as células caninas se multiplicam, dividindo-se em duas, os 78 cromossomos produzem 78 cópias idênticas de sí mesmos ao se dividirem longitudinalmente. Assim, a formação genética é passada de uma geração a outra.
Dos 38 pares de cromossomos no núcleo da célula, 38 são pares virtualmente idênticos, mas um poderá diferir levemente. Este é o par que determina o sexo do indivíduo. As fêmeas carregam um par de cromossomos XX; os machos carregam um cromossomo X e um Y. As células reprodutivas do corpo - os óvulos na fêmea e os espermatozóides no macho - são particulares entre todas as células do corpo por apresentarem apenas um par de cromossomos em vez de pares. Isso significa que quando se fundem no momento da concepção, pares de cromossomos são formados, cada par contendo um cromossomo são formados, cada par contendo um cromossomo do macho e um da fêmea. Todos os cromossomos do sexo relacionados a fêmea são X, todos os cromossomos relacionados ao macho podem ser X ou Y. Assim, o sexo do filhote dependerá de qual espermatozóide penetrou o óvulo primeiro, se X ou Y.
Os óvulos fertilizados contém os genes da mãe e do pai em quantidades iguais, mas arrumados em uma ordem um pouco diferenciada na cadeia cromossômica. Portanto, essa nova organização que dá a cada óvulo fertilizado sua individualidade própria e torna o filhote que nascerá em um animal único.
Ocasionalmente fatores externos podem alterar as características fundamentais dos genes dentro do núcleo da célula, como radiação atômica raios-x e certos produtos químicos. As mudanças que esses fatores causam no corpo e que se desenvlvem na célula são chamados de mutações. Por esta razão, os orgãos sexuais devem ser especialemte protegidos contra, por exemplo, a radiação por ionização. Às vezes, embora muito raramente, uma mutação ocorre de maneira aparentemente espontânea. Tais eventos estão no âmago do processo evolucionário e resultam no surgimento de novas raças, cores e tipos de cães.
Além das mutações, processos não genéticos e não hereditários podem influenciar o desenvolvimento do embrião. Após sua concepção, as células se organizam dentro dos tecidos em crescimento de uma maneira levemente imprecisa, mas esse tipo de variabilidade congênita, mas não hereditária resulta em modificações, como a distribuição imprevísivel das marcações brancas em pelagens bicolores ou malhadas. Mais uma vez certas substâncias químicas e radiação poderão afetar a organização das células em crescimento no embrião, e é por essa razão que as fêmeas grávidas devem receber apenas remédios que foram prescritos por médicos veterinários.
Tais projeções são denominadas genes. Cada gene na cadeia cromossômica carrega consigo detalhes do modelo, do tamanho e da função de uma parte em particular do corpo, gravado em uma química maravilhosa denominada DNA. Características físicas como cor dos olhos, formato das orelhas e tamanho da pelagem serão determinados pelos genes.
O genoma cromossômico
Os genes são organizados em uma certa ordem na extensão dos cromossomos que, em conjunto, compõe o genoma da formação individual de uma criatura. Os cromossomos são alinhados em pares no núcleo. Cada núcleo da célula contém um mesmo par de genomas cromossômicos para que, seja uma célula do fígado, do dente ou da almofada da pata, tenha dentro de sí o plano completo de todo corpo. Os cães domésticos carregam 78 cromossomos, alinhados em pares de 39. O gato possui 19 pares e nós, humanos, 23.
Quando as células caninas se multiplicam, dividindo-se em duas, os 78 cromossomos produzem 78 cópias idênticas de sí mesmos ao se dividirem longitudinalmente. Assim, a formação genética é passada de uma geração a outra.
Dos 38 pares de cromossomos no núcleo da célula, 38 são pares virtualmente idênticos, mas um poderá diferir levemente. Este é o par que determina o sexo do indivíduo. As fêmeas carregam um par de cromossomos XX; os machos carregam um cromossomo X e um Y. As células reprodutivas do corpo - os óvulos na fêmea e os espermatozóides no macho - são particulares entre todas as células do corpo por apresentarem apenas um par de cromossomos em vez de pares. Isso significa que quando se fundem no momento da concepção, pares de cromossomos são formados, cada par contendo um cromossomo são formados, cada par contendo um cromossomo do macho e um da fêmea. Todos os cromossomos do sexo relacionados a fêmea são X, todos os cromossomos relacionados ao macho podem ser X ou Y. Assim, o sexo do filhote dependerá de qual espermatozóide penetrou o óvulo primeiro, se X ou Y.
Os óvulos fertilizados contém os genes da mãe e do pai em quantidades iguais, mas arrumados em uma ordem um pouco diferenciada na cadeia cromossômica. Portanto, essa nova organização que dá a cada óvulo fertilizado sua individualidade própria e torna o filhote que nascerá em um animal único.
Mutações
Ocasionalmente fatores externos podem alterar as características fundamentais dos genes dentro do núcleo da célula, como radiação atômica raios-x e certos produtos químicos. As mudanças que esses fatores causam no corpo e que se desenvlvem na célula são chamados de mutações. Por esta razão, os orgãos sexuais devem ser especialemte protegidos contra, por exemplo, a radiação por ionização. Às vezes, embora muito raramente, uma mutação ocorre de maneira aparentemente espontânea. Tais eventos estão no âmago do processo evolucionário e resultam no surgimento de novas raças, cores e tipos de cães.
Além das mutações, processos não genéticos e não hereditários podem influenciar o desenvolvimento do embrião. Após sua concepção, as células se organizam dentro dos tecidos em crescimento de uma maneira levemente imprecisa, mas esse tipo de variabilidade congênita, mas não hereditária resulta em modificações, como a distribuição imprevísivel das marcações brancas em pelagens bicolores ou malhadas. Mais uma vez certas substâncias químicas e radiação poderão afetar a organização das células em crescimento no embrião, e é por essa razão que as fêmeas grávidas devem receber apenas remédios que foram prescritos por médicos veterinários.
Filed Under: Reprodução







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